14.3.2010
por Silvio T Corrêa
Bem, começo essa crônica me transportando à minha adolescência – naquela época não tinha “aborrescência” – no Rio de Janeiro. Primeiro no Méier e depois na Tijuca.
Minha boca enche d´água ao lembrar dos pãezinhos franceses e da bisnaga. Crocante, macia e com uma bela orelha, que junto com o bico eram disputadíssimos. Aquilo era pão!
No Méier, a padaria era na Rua Coração de Maria esquina com Rua Castro Alves. Na Tijuca eram duas: uma na esquina da Rua José Higino com a Av. Conde de Bonfim e a outra, na mesma José Higino, esquina com a Rua Antônio Basílio. Claro, e a inesquecível São Sebastião na Praça Saens Peña.
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14.2.2010
por Silvio T Corrêa
Algumas vezes, os filmes me causam um espanto absurdo e não estou usando qualquer figura de linguagem, mas exprimindo o meu verdadeiro sentimento.
“Chamar o Raul”, ou o “Hugo”, certamente, é uma expressão conhecida por quase todos. Seja por já ter chamado o digníssimo ou por ter presenciado alguém chamá-lo, principalmente no final de uma noitada. Mas isso não importa muito, pois o que interessa nesse texto é o local onde o “Raul” é chamado.
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8.2.2010
por Silvio T Corrêa
O pai gostava tanto — e usava — do dito “ideia de jerico”, que acabou colando o nome de Girico no primeiro filho. E aí, já arranjou uma encrenca com o sujeito do cartório, que se recusava a registrar a criança com nome de Jerico.
— Mas jerico significa asno! O senhor não pode querer que seu filho seja chamado de asno ou jumento! Não posso concordar com isso.
— Se o senhor pode ou não, eu não sei. Não é um problema meu. O nome do meu filho será Girico. Pode escrever aí: G – I – R – I – C – O.
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5.2.2010
por Silvio T Corrêa
Desde o relançamento do “We are the World”, tenho pensado bastante na possibilidade de um livro para o Haiti.
Cheguei mesmo a cogitar com algumas pessoas ? que não se interessaram. Bem, na verdade, não é que “não se interessaram” ? acharam a ideia muito boa ?, mas não queriam batalhar pela efetivação.
Realmente dá trabalho ? e muito! Eu acho.
Um Livro para o Haiti seria um livro de crônicas com foco nos temas de superação, cotidiano, esperança, vida, paz… Enfim, temas que enriqueçam o espírito de leitores e “negritem”, dentro de cada um de nós, as expressões “amor ao próximo”, “solidariedade” e “humanidade”.
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12.1.2010
por Silvio T Corrêa
Pois é. Essa história conta, com muito humor, sobre a vida em um labirinto imaginário. Sei, lembraram que alguém já fez o mesmo?
Sim, fizeram. E achei a ideia tão bem bolada que me apropriei do labirinto para contar uma nova história.
Lá a vida pulsa tanto quanto no nosso mundo, mas ainda é tudo incipiente. Estão, agora, começando a se desenvolver e, aparentemente, tomaram como base o mundo dos homens.
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30.11.2009
por Silvio T Corrêa
Escrito em 2004
Raffaello Almeida sempre foi um excelente profissional. Com o próprio esforço, fez carreira dentro de uma multinacional, partindo de uma posição de auxiliar de escritório, já que naquela época eram raros os atuais programas de estágio, que garimpam os candidatos promissores.
Fluente em quatro línguas, mestrado em Stanford, porte atlético, praticante de esportes e voraz leitor, Raffaello estava a um passo de tornar-se o principal executivo da empresa.
Luzia Amarello, também mestre por Stanford, onde conheceu Raffaello, abriu mão dos seus sonhos profissionais
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"Aprendizado dos sexos", Cotidiano, Crônica, Pessoas, RH, Superação | Comentário (0)
22.9.2009
por Silvio T Corrêa
Parecia que o pé esquerdo tinha vida própria. Afinal, não era possível estar com aquele mau humor se eu não estivesse levantando, todo dia, com o pé esquerdo.
Mas também, sei que não sou o único. Todos nós temos os dias de mau humor. Uns mais e outros menos. Faz parte da nossa vida e além do mais, o poste não fica de mau humor; só gente fica.
“Sei que vai ter alguém dizendo que os animais e, talvez, as plantas, também fiquem de mau humor. Pois bem. Perdoem minha licença poética e entendam, se preferirem, “gente” como sendo todo ser vivo. Melhorou?”
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Cotidiano, Crônica, Flerte, Pessoas | Comentário (0)
31.8.2009
por Silvio T Corrêa
Rapaz, o negócio é sempre complicado pro pobre.
Vejam só que José Antonio chegou ao final do mês sem um tostão no bolso. Sem um mísero tostão! Nem pro pãozinho francês ele tinha!
Ah! Mas sabe como é que é. Pobre que é pobre não se aperta. Xinga, chuta e grita, mas acaba achando uma solução. E Zé Antonio lembrou de uma receita de pão.
Se ele sabia fazer? Claro que não! E isso não era problema pro Zé. Moço tarimbado na escola da vida, podia perfeitamente dar um jeito pra fazer um “simples” pãozinho.
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Crônica | Comentário (0)
1.7.2009
por Silvio T Corrêa
Parece brincadeira, mas a primeira resposta que veio a minha cabeça, quando encontrei às três horas da manhã, a lata de goiabada vazia, foi: “Deve ter sido o mesmo sujeito que mexeu no queijo do outro!”
Começou, então, a retornar a ideia da possibilidade de escrever uma história sobre o assunto.
Bom, pensei eu, deverá ser uma história povoada de ensinamentos e…
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Administração, Mostra | Comentário (1)
19.5.2009
por Silvio T Corrêa
A cada propaganda que recebo de eventos, conheço novos palestrantes desconhecidos. A febre que já estava, há algum tempo, alta, parece que estourou o termômetro do bom senso e acusou a falta do simancol (http://www.dicionarioinformal.com.br/definicao.php?palavra=simancol&id=3511) na caixa de remédios. Leia mais »
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Cotidiano, Crônica, Motivação, Pessoas, palestra, palestrante | Comentário (1)