Escritores, Autores & Editores

Vencendo o desafio de escrever um romance – Ryoki Inoue

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O livro é bom, realmente. Principalmente se você utiliza ou quer utilizar o CELTX, o livro te ajudará a entender muita coisa.

É um roteiro para quem quer escrever um romance, mas esqueça se pretende com a leitura tornar-se um escritor. Fazendo um paralelo com o “andar de bicicleta”, o Ryoki te dirá como colocar o pé no pedal, como segurar o guidom e como sentar no selim. Quem vai pedalar, frear e levar uns bons tombos é você, pois não há outra forma de aprender.

Mesmo que você já escreva, vale a pena ler o livro.

Assassinato na Academia Brasileira de Letras, de Jô Soares

Assass_ABL Eu, particularmente, não gosto de tramas com muitas expressões em língua estrangeira, ainda que, como nesse livro, seja em francês, um idioma que muitos estudaram no colégio. Sempre acho que quebra o ritmo da leitura, nos tirando do envolvimento na trama.

Achei a trama bem armada mas que, a partir de uma determinada etapa, já permite desconfiarmos – com grau de certeza razoável, ainda que por intuição – do nome do assassino, mesmo sem decifrarmos as pistas.

Vale a leitura.

Acabei de ler Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo

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Não lembro bem, mas acho que li a Casa da Pensão de Aluísio Azevedo, quando cursava o “finado” curso ginasial… Bem, terminei ontem!

É verdade, foi mais tempo que o normal e ainda que eu pudesse explicar, acho que você, meu amigo, não se interessará. Então, vamos papear!

A leitura, desta vez, foi mais atenta – principalmente pelas seguidas idas ao dicionário para verificar algumas palavras estranhas  para mim – por ter consciência, agora, do Naturalismo (realismo), corrente oposta ao Romantismo, e que Aluísio Azevedo abraçou desde a escrita de O Mulato. Em Casa de Pensão, vê-se que que o autor não abandonou, de todo, o Romantismo.

Enfim, Casa de Pensão vale a pena ser lido pelo Aluísio Azevedo e para conhecermos, um pouquinho, a sociedade da Corte, no Rio de Janeiro, em 1880.

Já em domínio púbico, encontra-se para download no formato de e-book.

 

Acabei de ler O Andar do Bêbado, de Leonard Mlodinow

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Conhecem o dito que diz: “Não confunda Bife à Caçarolinha com Rifle de Caçar Rolinhas “? Acho que sim, mas se não conhecem esse, devem saber de algum outro ditado semelhante.

Leonard Modinow em seu livro, edição da Jorge Zahar Editor, fala, justamente, sobre a interpretação deturpada e equivocada das estatísticas.

Utilizo, abaixo, um exemplo que não está no livro.

Imaginem a situação onde uma notícia, publicada, da conta que Seu José, ganhador da loteria em 3 vezes, informa que sonhou com os números sorteados nas noites anteriores em que jogou.

Matemáticos fizeram os cálculos da probabilidade de alguém, que tenha sonhado com uma série de números, ser um felizardo ganhador da loteria. Claro que a probabilidade é muito baixa. Mas será que a abordagem foi a correta?

E se fosse verificada a probabilidade de um ganhador da loteria, que tenha sonhado com uma série de números, ter ganho com os números que sonhou? Será que a probabilidade aumentaria? Sou capaz de apostar que sim.

Esse foi um exemplo hipotético, com a finalidade de passar uma ideia da abordagem de Leonard Mlodinow.