Acho que o contador de histórias que almeje o profissionalismo, não poderá deixar de conhecer alguma coisa das diversas vertentes dessa profissão tão gratificante. Uma delas é o teatro de sombras.
Acabei conhecendo melhor a atividade, no teatro de sombras, com a arte-educadora Analucia Daniel, em uma oficina de 4 meses, em Santo André.
Não existia uma história a ser contada, mas existia a vontade de fazê-lo. Elegemos, então, um tema atual: o bullying. Mas como contar essa história através do teatro de sombras, foi um belo desafio.
Primeiro, precisávamos ter uma ideia real do que é um teatro de sombras, e criamos o nosso teatro.
Começamos, então, a escrever a história, que não poderia ser longa — para não cansar o público —, mas deveria ser impactante, pelo tema abordado.
Escolhemos personagens que, normalmente, fazem parte da “suavidade” no imaginário popular. A borboleta ou borboletas.
A história ficou, mais ou menos, assim:
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