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A História do Queijo do Barão

A Kyanja, uma colega do EA&E — canal LinkedIn —, brincou, perguntando se eu era mineiro, por causa do empreendimento com queijo e do livro da goiabada.

Foi, então, que eu me dei conta da História do Queijo do Barão.

Essa história era inserida em capítulos nos potes de Pérolas do Barão, e por ter interrompido a produção, não divulguei mais.

Por ser uma história deliciosa e que demandou uma razoável pesquisa para que tivesse “alguma” veracidade, resolvi publicá-la. A ideia é retomar o texto e continuar a escrevê-lo, mas não será agora pois estou envolvido com outro projeto.

Leiam a história aqui.

As pérolas do Barão!

perolasOntem, alguém chamou o queijo do Barão de pérolas, pelo formato esférico, a cor clara e a embalagem, que lembra uma "caixa de jóia".

Cheguei, mesmo, em pensar na troca de "Queijo doBarão" por "Pérola doBarão", mas desisti da idéia.

Por falar em idéia, nessa semana me ocorreu fazer uma pérola de 80g com o interior em queijo doBarão em ponto de pasta, temperada, revestida de orégano, e o exterior com a consistência tradicional do queijo doBarão. Acho que ficará muito bom!

Bem pessoal, quando for possível eu volto.

Um Feliz Natal para todos e um Ano Novo repleto de oportunidades!

O negócio do Queijo

prazer

Rapaz, essa história de fazer queijo já me acompanha há muito.

Na realidade não me lembro quando foi a primeira vez que tentei fazer um queijo, mas lembro do primeiro livro que comprei sobre o assunto. Foi "Aprenda a fazer queijos" da Editora Três.

Antes eu já fazia o chancliche que é um queijo à base de ricota, que você tempera como quiser e o envolve na sua cobertura preferida. Eu sempre o fazia com pimenta clabreza e envolto em orégano.

Hoje, faço o mesmo com o Queijo do Barão. 

Pois é … essa história de "mexer" com alimentação já vem de longe, mas não vou contá-la agora e nem aqui. Talvez mais tarde. Quem sabe?