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Lançamento de Livro

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O novo lançamento de Mauricio Louzada, “Pra Valer”, é definido, assim, pelo próprio autor:

"Inspirado em fatos reais e baseado em uma das palestras motivacionais mais aplaudidas do Brasil, este livro conta a história de cinco exploradores que entram em uma caverna com o objetivo de conhecer uma das mais belas galerias de estalactites do mundo. Em pouco tempo percebem que estão perdidos. Sem que ninguém saiba que estão ali, com pouca iluminação e comida, a única alternativa é achar o caminho de volta. Em um thriller eletrizante e cheio de surpresas, os integrantes do grupo começam a perceber que aquela aventura os levará para muito além da saída da caverna, em uma viagem para dentro de si mesmos, a qual trará preciosos insights para nossa vida pessoal e profissional. Um livro diferente, emocionante e inspirador, que nos fará descobrir que cada um tem uma “caverna” dentro de si."

Não acredito que você vai perder uma história dessa.

Clique aqui e visite a página do autor.

Lançamento de Livro

PRIMEIRO A HONRA
Sétimo Livro da Autora Mônica Cadorin
Páginas: 206
Formato: 140 x 210 mm
Preço: R$ 36,00
ISBN: 978-85-910911-0-2


Sobre o lançamento

A escritora Mônica Cadorin lança seu sétimo romance, "Primeiro a Honra", no dia 7 de julho, às 19 horas, no Centro Cultural M&C, à Rua Conde de Bonfim, 485, sala 301, na Tijuca.
O novo livro é um romance histórico ambientado na França do final do século V, narrando a trama de Rosala, prometida a Toulière, mas que ama Thierry. O que é mais forte: a promessa ou o amor? E onde fica a honra?
Mônica de Almeida Cadorin é escritora há 26 anos. Participou de algumas coletâneas e publicou seis romances. Pela primeira vez está produzindo seu livro de forma independente. Há dois anos escreve um blog em que fala de seu processo criativo e curiosidades sobre seus livros.

Sobre o livro

Local: Orléans, Paris, Soissons / França

Época: 497 a 498

Personagens: Rosala / Ailan, Thierry, Lanrose, Constance, Sigemond Toulière, Archibald, Berta, Rudbert, Adèle, Atilde, Gregor

Sinopse: Rosala é prometida em casamento a Toulière, mas ela ama Thierry. Os dois fogem mas Toulière os alcança. Após essa tragédia pessoal, Rosala acha mais seguro fazer-se passar por homem: assim surge Ailan. Enfraquecida e faminta, ela vaga alguns dias, até encontrar Berta, que a acolhe e lhe dá chance de se recuperar e planejar sua vingança, objetivo de uma vida esvaziada pelo sofrimento. Rosala tem também a ajuda de Rudbert, filho de Berta, que, com o objetivo de fazer de Ailan um homem forte, pode também conseguir que Rosala volte a amar.

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Entrando no labirinto

por Silvio T Corrêa

A escuridão era total. E o cheiro?

Romeu e Julieta precisaram acionar a visão por infra-vermelho. Eles também foram deixando marcas na parede da entrada do labirinto, para que não se perdessem.

O cheiro, cada vez mais forte, indicava que estavam próximos. Aceleraram a marcha.

Var e Jeira, acostumadas com odores fortes, não se incomodaram, mas Romeu e Julieta precisaram acionar o dispositivo contra gases tóxicos, pois, apesar de humanoides, seu organismo era perfeito e delicado.

Uma grande surpresa esperava por eles, quando chegassem ao labirinto.

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© Rei, Peão & CIA

CapaEste é um livro de contos, para serem lidos e contados, tendo com pano de fundo, na maior parte das vezes, o ambiente do jogo de xadrez.

É um livro voltado ao público infantil e jovem.

Mesmo sem ser um livro técnico, busca manter a coerência com esse fantástico jogo de tabuleiro, seguindo, sempre que possível e sem prejudicar a narrativa, as regras do jogo.

A utilização do jogo de xadrez como pano de fundo, não é sem motivo.

Lenda ou não, a história nos passa que o jogo foi inventado, na Índia, para curar a depressão de um Rei, que muito contente com os resultados, ofereceu ao inventor, Sissa, a recompensa que desejasse.

Sissa não pediu muita coisa. Queria, apenas, um tabuleiro, do jogo de xadrez, cheio de trigo. Mas precisava obedecer uma regra:
Na primeira casa do tabuleiros haveria 1 grão; na segunda, 2; na terceira, 4; na quarta casa, 8  e assim por diante, dobrando a quantidade de grãos a cada casa avançada. Esse processo iria até a última casa, a 64.

O Rei, ainda que achasse um pedido humilde, pediu que os cálculos fossem feitos e que a quantidade de grãos fosse entregue ao inventor.

O susto foi tremendo quando o Rei ficou sabendo que não seria possível entregar os grãos. O número encontrado foi de 20 quintilhões de grãos. Não teria como honrar o compromisso.

Claro, Sissa já sabia dessa impossibilidade e desobrigou o Rei, dizendo que seu desejo era alegrar o monarca.

Em algumas histórias, é contado que o Rei fez de Sissa seu primeiro ministro, tornando-o conselheiro, beneficiando o povo e o reino.

Diversas histórias que contam, fazem do jogo de xadrez uma metáfora da vida – principalmente pelo povo do Oriente – e ao escrever esse livro, usei esse ambiente, buscando criar contos que refletissem  sentimentos, procurando pontilhar com toques de humor.

Os contos partem de uma narrativa central, ambientada no planeta Chaturanga e na Terra.

O livro está em processo de finalização e em busca de uma editora.

O Universo, Os Deuses, Os Homens, de Jean Pierre Vernant

univ_deus_homem Comecei a ler esse livro há 3 ou 4 dias. A intenção é ser inspirado para criação de contos.

Depois eu conto como foi.

Assassinato na Academia Brasileira de Letras, de Jô Soares

Assass_ABL Eu, particularmente, não gosto de tramas com muitas expressões em língua estrangeira, ainda que, como nesse livro, seja em francês, um idioma que muitos estudaram no colégio. Sempre acho que quebra o ritmo da leitura, nos tirando do envolvimento na trama.

Achei a trama bem armada mas que, a partir de uma determinada etapa, já permite desconfiarmos – com grau de certeza razoável, ainda que por intuição – do nome do assassino, mesmo sem decifrarmos as pistas.

Vale a leitura.

© Quem Comeu Minha Goiabada?

goiabada-capaA primeira versão desse livro foi escrito em 2003, já no final do ano. Naquela época eu tinha acabado de ler o livro do Spencer Johnson, “Quem mexeu no meu queijo?”.

Inicialmente não existiu a intenção de publicar em “papel e cola”, mas já em 2004, uma editora de Campinas mostrou interesse em publicá-lo. Chegamos, mesmo, a assinar um contrato. Não sei por que “cargas d’água” a editora refugou.

O livro continuou publicado como e-book “copyleft”, ultrapassando os 100.000 downloads. Infelizmente, download não significa que a pessoal vá lê-lo.

Em 2009, a Editora Ferreira entrou em contato, mostrando interesse em publicá-lo. Dessa vez aconteceu.

Está disponível desde janeiro de 2010.

Para quem não leu a edição em e-book – a edição impressa está diferente – poderá ler os “dizeres da goiabada” aqui.

O livro, em linhas gerais, dá continuidade à vida no labirinto – o mesmo de Quem Mexeu no meu Queijo? –, onde uma sociedade passa a viver e conviver. As tramas e acontecimentos dos mundo dos negócios são representados dentro desse ambiente.

Como não podia deixar de ser, a história é pontuada por passagens de humor.

O livro poderá ser encontrado para a compra aqui.

Livro Vencedor: Amputados Vencedores

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Sobre o livro

Amputados Vencedores é um livro que relata a experiência pessoal de Flávio Peralta, um jovem que, inesperadamente, se vê diante da morte, após levar um choque de 13.800 volts e teve que amputar os dois braços, e decide lutar pela vida.Neste relato sincero e corajoso retrata o seu sofrimento e o de seus familiares, as dificuldades e os desafios, o processo de recuperação e adaptação familiar e, finalmente, a superação, os desafios de se casar e de se tornar pai e mais tarde de se reinventar profissionalmente.

Como ele mesmo relata, “chego a esquecer que não tenho os dois braços; quando, por exemplo, numa palestra, tenho a oportunidade de falar sobre segurança no trabalho, prevenir acidentes e motivar as pessoas a enfrentarem os desafios que surgem a cada dia. Parece que, hoje, sem os dois braços, sei enfrentar melhor os desafios da vida”.

O livro mostra que existe vida e felicidade após a amputação e que ser feliz é uma escolha possível!

Sobre o autor

Flávio Peralta é o idealizador do site www.amputadosvencedores.com.br, direcionado a amputados e pessoas com deficiência. Contém dicas, depoimentos, vídeos e legislação, entre outros assuntos.

É palestrante com mais 200 palestras pelo Brasil,na área de segurança do trabalho e palestras motivacionais. Ministra cursos em Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat), organizada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e outros eventos organizados por empresas de variados segmentos. Em suas palestras, relata o acidente que sofreu e enfoca aspectos motivacionais para o trabalho e de superação para a vida.

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Acabei de ler Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo

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Não lembro bem, mas acho que li a Casa da Pensão de Aluísio Azevedo, quando cursava o “finado” curso ginasial… Bem, terminei ontem!

É verdade, foi mais tempo que o normal e ainda que eu pudesse explicar, acho que você, meu amigo, não se interessará. Então, vamos papear!

A leitura, desta vez, foi mais atenta – principalmente pelas seguidas idas ao dicionário para verificar algumas palavras estranhas  para mim – por ter consciência, agora, do Naturalismo (realismo), corrente oposta ao Romantismo, e que Aluísio Azevedo abraçou desde a escrita de O Mulato. Em Casa de Pensão, vê-se que que o autor não abandonou, de todo, o Romantismo.

Enfim, Casa de Pensão vale a pena ser lido pelo Aluísio Azevedo e para conhecermos, um pouquinho, a sociedade da Corte, no Rio de Janeiro, em 1880.

Já em domínio púbico, encontra-se para download no formato de e-book.

 

Acabei de ler O Andar do Bêbado, de Leonard Mlodinow

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Conhecem o dito que diz: “Não confunda Bife à Caçarolinha com Rifle de Caçar Rolinhas “? Acho que sim, mas se não conhecem esse, devem saber de algum outro ditado semelhante.

Leonard Modinow em seu livro, edição da Jorge Zahar Editor, fala, justamente, sobre a interpretação deturpada e equivocada das estatísticas.

Utilizo, abaixo, um exemplo que não está no livro.

Imaginem a situação onde uma notícia, publicada, da conta que Seu José, ganhador da loteria em 3 vezes, informa que sonhou com os números sorteados nas noites anteriores em que jogou.

Matemáticos fizeram os cálculos da probabilidade de alguém, que tenha sonhado com uma série de números, ser um felizardo ganhador da loteria. Claro que a probabilidade é muito baixa. Mas será que a abordagem foi a correta?

E se fosse verificada a probabilidade de um ganhador da loteria, que tenha sonhado com uma série de números, ter ganho com os números que sonhou? Será que a probabilidade aumentaria? Sou capaz de apostar que sim.

Esse foi um exemplo hipotético, com a finalidade de passar uma ideia da abordagem de Leonard Mlodinow.

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