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Coisas de Casal!

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Uma pequena homenagem ao Dia dos Namorados, dos platônicos, novos, antigos e dos eternos Namorados.

 

por Silvio T Corrêa

Fofucho, fofucha, amor, amorzinho, chuchu, princesa, príncipe, querida, tesouro, minha deusa, meu rei, pai, mãe … Coisas de casal!

Quantas palavras teríamos para nomear os componentes de um casal? Dezenas, centenas, talvez milhares! Cada nome com a sua história, com a sua peculiaridade indecifrável ao estranho ao ninho. Coisas de casal!

Quando lembramos o começo da vida de casal, brota aquela imagem que as pessoas pedem que projetemos no início de um relaxamento. Aquela expectativa, aquele tesão, aquele frisson da paquera, do flerte, do bilhete enviado, do olhar maroto. Tudo com uma saudade muito doce. Coisas de casal!

O primeiro mês, o primeiro ano, tudo muito marcante, ainda novidade para os dois. Coisas de casal!

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Português? É tudo uma questão de resultados.

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por Silvio T Corrêa

Antes desse furdunço por causa do livro "Por uma vida melhor", eu perguntei para uma professora de português por que não era mais ensinado sujeito, predicado, oração, adjuntos. Ela me respondeu que era tudo decoreba e o ensino, hoje, é feito contextualizando (seja lá o que isso quer dizer) esses conceitos. Eu resolvi encerrar a minha conversa.

Uma professora de Matemática tem alunos que não sabem fazer contas e, claro, nem a tabuada, porque o professor não o obrigou a decorá-la.

Agora vem essa história, ridícula — nesse caso —, de linguística. Me perdoem, linguística é para linguistas. Querer utilizar conceitos científicos no dia-a-dia das pessoas é como dizer que o DETRAN vai fiscalizar se a luz dos faróis está fazendo a curva correta, só porque o Einstein provou que a luz, sob condições, "faz curva" — vai que tem um buraco negro no caminho.

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Linhas narrativas contrastantes

por Silvio T Corrêa

Bem, eu sou um sujeito bicão. As áreas onde mais me intrometo são: a cozinha, a invenção e o desenho. Termino levando o que percebo nessas áreas, onde me intrometo, para a literatura.

Estou lendo o livro de Alex Atala e Carlos Alberto Dória, “Com unhas, dentes & cuca”. Em certo ponto do livro, eles falam sobre a necessidade de “sacudir” o paladar — acredito que se vicie com certa facilidade —, através da “justaposição de qualidades opostas, como seco/úmido, quente/frio, cru/cozido”.

Então, fiquei pensando…

Será que na literatura isso funciona também? Será que a nossa mente se cansa quando lemos (escrevemos) as linhas narrativas de um romance num único estilo? Como funcionaria, num livro de suspense, uma linha narrativa secundária — também conhecida como underplot — onde o estilo dessa linha tivesse um viés de humor?

Esses pensamentos tomaram boa parte da minha segunda-feira, à ponto de não conseguir escrever uma linha do livro ou do roteiro.

Em filmes já vi esses contrastes e, que  me lembre, em algum livro também. Todavia, não tenho recordações de perceber que foi proposital, i.e., o autor o fez deliberadamente.

Se quiserem discorrer sobre o assunto ou apresentar algum estudo ou pesquisa, será ótimo.

Uma explicação!

por Silvio T Corrêa

Dois mil quinhentos e vinte e dois… vinte e três… vinte e quatro… vinte e cinco… vinte seis… A quantidade de e-mails não pára de crescer! Pessoas do mundo inteiro perguntando: Por que você tem escrito além do habitual?

Triste, no entanto, informo que nem mesmo 1, apenas 1, dos meus 10 leitores, que chamo de fiéis e que são da minha família, fez essa pergunta.

Pela outra banda, senti uma necessidade de explicar, já que não é uma atitude corriqueira. Aproveitando a “deixa”, escrevo mais um texto.

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Sobre a espiritualidade

por Silvio T Corrêa

OK! Sei que é um assunto que nem todos curtem, mas também escrevo, ou melhor, reflito; sobre assuntos diversos e que, em alguns casos, poucos gostam. Portanto não estranhem, pois esse processo é parte de todos nós.

Acho que a maioria das pessoas que me honram com a leitura dos meus textos, sabem que sigo a doutrina espírita; contudo não é sobre isso que vou falar, ainda que a ligação seja intrínseca.

Os negociantes

por Silvio T Corrêa

“Um médico não tem direito de terminar uma refeição, nem de escolher hora, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito lhe bate a porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro o que, sobretudo , pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem chora à porta que procure outro, esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura.” (Bezerra de Menezes)

Bezerra de Menezes, chamado de “médico dos pobres”, é bem claro na definição do profissional médico, como vemos acima.

Claro, a grande maioria de nós não tem a luminosidade do Dr. Bezerra, mas precisamos, ainda assim, pesar e avaliar os nossos comportamentos enquanto profissionais.