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	<title>:: Silvio T Corrêa .:. Gente - Pessoas - Seres Humanos :: &#187; Visão Geral</title>
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		<title>Minha Mensagem de Boas Festas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo estar perdendo a paciência. Não é possível!!?? A culpa não é das pessoas, é minha. Eu sou o culpado, reconheço. Com a melhor das intenções, colegas, amigos, conhecidos, parentes e desconhecidos, enviam mensagens de 1, 2 laudas. Sei que o espírito de Natal — acreditem ou não, eu acredito em Papai Noel — nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Devo estar perdendo a paciência. Não é possível!!??</p>
	<p align="justify">A culpa não é das pessoas, é minha. Eu sou o culpado, reconheço.</p>
	<p align="justify">Com a melhor das intenções, colegas, amigos, conhecidos, parentes e desconhecidos, enviam mensagens de 1, 2 laudas. Sei que o espírito de Natal — acreditem ou não, eu acredito em Papai Noel — nos enche de bons fluidos, bons pensamentos e escrevemos nossas mensagens cheias de alusões, metáforas, parábolas, powerpoints, imagens gif e flash, para demonstrar o nosso sincero sentimento. Sei, porque já fiz isso.</p>
	<p align="justify">No entanto, assumo que hoje não consigo mais chegar ao final da mensagem, mas sei: os que as enviam, me querem bem, e estão torcendo por mim.</p>
	<p align="justify">Então, meus caros, vamos exercer a nossa tolerância, o nosso amor ao próximo e , até mesmo, a nossa empatia, ao receber uma mensagem de Boas Festas. Retornemos com outra mensagem de Boas Festas. Não importa se curta ou comprida, mas acreditem que a pessoa gostará muito.</p>
	<p align="justify"><em><strong><font size="3">Boas Festas a todos e um Fantástico <font color="#000000" size="4"><u>2012</u></font>!</font></strong></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/minha-mensagem-de-boas-festas/' addthis:title='Minha Mensagem de Boas Festas ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Contadores de Hist&#243;rias.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 16:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contação]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[Material para estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ensaios, entrevista e artigos de 35 contadores de histórias brasileiros. A arte da narrativa oral pensada, discutida e comentada por seus fazedores. Trabalho sobre coordenação de Benita Prieto da Prieto Produções Artísticas . Um belo trabalho de Benita Prieto, que vale a leitura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><a title="Contadores de Histórias" href="http://issuu.com/prietoproducoes/docs/00livro_contadoresdehistorias" target="_blank"><img style="margin: 0px 5px 0px 0px; display: inline; float: left" align="left" src="http://image.issuu.com/111121230311-840b7545da5346cc8099981732a4721d/jpg/page_1_thumb_large.jpg" width="155" height="195" /></a></p>
	<p>Ensaios, entrevista e artigos de 35 contadores de histórias brasileiros. A arte da narrativa oral pensada, discutida e comentada por seus fazedores.</p>
 Trabalho sobre coordenação de Benita Prieto da <a href="http://www.benitaprieto.com.br" target="_blank">Prieto Produções Artísticas</a> .
<p><em>Um belo trabalho de Benita Prieto, que vale a leitura.</em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/contadores-de-histrias/' addthis:title='Contadores de Hist&oacute;rias. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>N&#227;o entre em detalhes</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 18:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alberto Moravia]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro Contos Romanos, de Alberto Moravia Agnese podia ter me avisado, em vez de ir embora assim, sem ao menos dizer: dane-se. Não tenho a pretensão de ser perfeito e se ela tivesse me dito o que é que lhe faltava, poderíamos ter discutido sobre isso. Mas não: durante os dois anos de casamento, nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="right"><a name="OLE_LINK6"></a><a name="OLE_LINK5"><em><font color="#000000">Livro <strong>Contos Romanos</strong></font></em></a><em><font color="#000000">, de </font></em><a name="OLE_LINK4"></a><a name="OLE_LINK3"><em><font color="#000000"><strong>Alberto Moravia</strong></font></em></a></p>
	<p align="justify">Agnese podia ter me avisado, em vez de ir embora assim, sem ao menos dizer: dane-se. Não tenho a pretensão de ser perfeito e se ela tivesse me dito o que é que lhe faltava, poderíamos ter discutido sobre isso. Mas não: durante os dois anos de casamento, nem uma palavra; e depois, numa manhã, aproveitando-se de um momento em que eu não estava, foi embora sorrateiramente, exatamente como fazem as empregadas domésticas quando encontram um lugar melhor. Foi embora e, ainda hoje, seis meses depois que ela me abandonou, não entendi o porquê.</p>
<span id="more-761"></span><br />
<p align="justify"></p>
	<p align="justify"><a title="Baixe esse texto em pdf" href="http://www.silvio.correa.nom.br/download.php?arquivo=Nao_entre_em_detalhes.pdf" target="_blank"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 19px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="icone_pdf" border="0" alt="icone_pdf" align="left" src="http://silvio.correa.nom.br/home/wp-content/uploads/2011/11/icone_pdf.png" width="20" height="19" /></a></p>
	<p align="justify">Naquela manhã, depois de ter feito as compras no mercado do bairro (as compras sou eu quem gosto de fazer: conheço os preços, sei o que quero, gosto de negociar e discutir, experimentar e tocar, gosto de saber de qual animal veio o meu bife; de qual cesta, a maçã), tinha saído de novo para comprar um metro e meio de franja para costurar na cortina da sala de jantar. Como eu não queria gastar mais do que tanto, rodei bastante antes de encontrar o que me convinha, em uma lojinha de dell’ Umiltà. Voltei para casa às onze e vinte, entrei na sala de jantar para comparar a cor da franja com a da cortina e logo vi, em cima da mesa, o tinteiro, a caneta e uma carta. Para dizer a verdade, impressionou-me sobretudo uma mancha de tinta, em cima da toalhinha de mesa. Pensei: “Olha só como ela é desleixada&#8230; manchou a toalhinha”. Tirei o tinteiro, a caneta e a carta, peguei a toalhinha, fui à cozinha e ali, esfregando com força um limão, consegui tirar a mancha. Depois voltei para a sala de jantar, recoloquei a toalhinha no lugar e só nesse momento me lembrei da carta. Estava endereçada a mim: Alfredo. Eu a abri e li: “Limpei a casa. O almoço, faça-o você, pois já está acostumado. Adeus. Estou voltando para a casa de minha mãe. Agnese”. Por um momento não entendi nada. Depois reli a carta e, finalmente, entendi: Agnese tinha ido embora, tinha me abandonado depois de dois anos de casamento. Por força do hábito, coloquei a carta na gaveta do aparador onde coloco as contas e a correspondência e sentei em uma cadeirinha junto à janela. Não sabia o que pensar, não estava preparado para isso e quase não conseguia acreditar. Enquanto eu estava refletindo assim, o olhar deslizou para o chão e vi uma pequena pluma branca que deveria ter soltado do espanador quando Agnese estava tirando o pó. Recolhi a pluma, abri a janela e a joguei fora. Daí, peguei o chapéu e saí de casa.</p>
	<p align="justify">Mesmo caminhando, segundo um vício meu, uma lajota sim e outra não da calçada, comecei a me perguntar o que eu poderia ter feito para a Agnese para que ela me abandonasse com tanta maldade, quase como se quisesse me fazer uma afronta. A primeira coisa em que eu pensei foi se Agnese poderia reprovar-me por alguma traição, mesmo mínima. Respondei rápido: nenhuma. Nunca me senti muito atraído pelas mulheres, não as compreendo e elas não me compreendem; mas desde o dia em que me casei, pode-se dizer que elas deixaram de existir para mim. A tal ponto que Agnese, ela mesma, me cutucava de vez em quando, perguntando-me: “O que você faria se se apaixonasse por uma outra mulher?”. E eu respondi: “Não é possível, amo você e esse sentimento vai durar por toda a vida”. Agora, pensando melhor, parece que aquele “por toda a vida” não a deixara feliz, ao contrário: fez uma cara amarrada e ficou calada. Passando a uma outra ordem de pensamentos, comecei a examinar se , por acaso, Agnese não teria me deixado por causa do dinheiro e, em suma, do tratamento que eu dava a ela. Mas, dessa vez também, percebi que eu estava com a consciência tranquila. Dinheiro, é verdade, eu só lhe dava em ocasiões excepcionais, mas que necessidade ela tinha de dinheiro? Eu estava sempre lá, pronto para pagar. E o tratamento, veja bem, não era tão mal: julguem vocês mesmos. Cinema duas vezes por semana; ao café, duas vezes, sem importar se ela tomava um sorvete ou apenas um espresso; umas duas ou três revistas por mês, o jornal todos os dias; no inverno, às vezes, até uma ópera; no verão, férias em Marino, na casa do meu pai. Isto no que se refere aos divertimentos; no que diz respeito às roupas, Agnese podia se lamentar menos ainda. Quando lhe faltava alguma coisa, fosse um sutiã, meias de seda ou um lenço, eu estava sempre pronto: ia com ela às lojas, escolhia com ela o artigo e pagava sem dar um pio. A mesma coisa no que diz respeito às costureiras e modistas; não houve uma só vez que ela me dissesse: “Estou precisando de um chapéu, estou precisando de um vestido”, que eu não lhe respondesse: “Vamos, eu te acompanho”. Além do mais é importante reconhecer, Agnese não era exigente: depois do primeiro ano, parou quase completamente de fazer roupas para ela. Aliás, era eu agora, a lembrá-la da necessidade desta ou daquela peça. Mas ela me respondia que tinha as coisas do ano anterior e que aquilo não tinha a menor importância; tanto que eu cheguei a pensar que, neste aspecto, ela fosse diferente das outras mulheres e não ligasse para o fato de se vestir bem.</p>
	<p align="justify">Enfim, problemas de coração e de dinheiro, nenhum. Restava aquilo que os advogados chamam de incompatibilidade de gênios. Então me perguntei que incompatibilidade de gênios podia existir entre nós se, em dois anos, nunca houve uma discussão, nem uma sequer? Estávamos sempre juntos, se essa incompatibilidade existisse, ela teria surgido. Mas Agnese nunca me contradizia, ou melhor, pode-se dizer, nem mesmo falava. Certas noites que passávamos no café ou em casa, era uma dificuldade ela abrir a boca, era sempre eu quem falava. Não nego, eu gosto de falar e ouvir-me falando, especialmente se estou com uma pessoa com a qual me sinto à vontade. Tenho uma voz calma, regular, sem altos nem baixos, razoável, fluída e, se afronto um assunto, destrincho-o de cabo a rabo em todos os seus aspectos. E os assuntos que eu prefiro são os domésticos: eu gosto de discorrer sobre o preço das coisas, sobre a disposição dos móveis, sobre a cozinha, sobre o aquecedor, enfim, todo tipo de bobagem. De falar dessas coisas eu não me cansaria nunca; tenho tanto prazer que frequentemente percebo que recomeço, com os mesmos raciocínios. Mas, sejamos justos, com uma mulher é disso que temos que falar: caso contrário, sobre o que se poderia conversar? Agnese, além disso, escutava-me com atenção, pelo menos assim parecia. Só uma vez, enquanto eu lhe explicava o funcionamento do aquecimento elétrico, me dei conta de que ela estava dormindo. Perguntei-lhe acordando-a: “Mas o que há, você está se aborrecendo?”. Ela respondeu logo: “Não, não, eu estava cansada, nesta noite eu não dormi”.</p>
	<p align="justify">Os maridos normalmente têm um escritório ou uma loja ou então não fazem nada e vão passear com os amigos. Mas, para mim, o meu escritório, a minha loja, os meus amigos eram Agnese. Nunca a deixava sozinha, estava sempre a seu lado, até mesmo, vocês não vão acreditar, quando ela cozinhava. Sou apaixonado por cozinha e, todos os dias, antes das refeições, enfiava um avental e ajudava Agnese na cozinha. Eu fazia um pouco de tudo: descascava as batatas, limpava as vagens, preparava o tempero, cuidava das panelas. Ajudava tanto que ela muitas vezes me dizia: “Olha, faça você&#8230; estou com dor de cabeça&#8230; vou me deitar um pouco”. E então eu fazia a comida sozinho; com a ajuda do livro de receitas, era capaz até de experimentar pratos novos. Uma pena que Agnese não fosse gulosa; aliás, nos últimos tempos, ela vinha perdendo o apetite e mal tocava na comida. Uma vez ela me disse, assim, de brincadeira: “Você, nasceu homem por engano&#8230; você é uma mulher&#8230; ou melhor, uma dona de casa”. Devo reconhecer que nesta frase havia alguma coisa de verdade: de fato, além de cozinhar, eu gostava de lavar, passar, costurar e até, nas horas de ócio, refazer as barras bordadas dos lenços. Como eu disse, não a deixava nunca, nem mesmo quando alguma amiga ou a mãe vinham visitá-la; nem mesmo quando lhe deu na telha, não sei por que, tomar aulas de inglês: além de estar ao seu lado, eu também resolvi aprender aquela língua tão difícil. Vivia tão grudado nela que às vezes me senti até mesmo ridículo: como naquele dia em que não tendo entendido uma frase que ela me dissera em voz baixa, em um café, segui-a até o banheiro e o servente parou-me, advertindo-me que era o recinto das senhoras e eu não podia entrar. É, um marido como eu não é fácil de encontrar. Com frequência ela me dizia: “Devo ir a tal lugar, ver tal pessoa que não te diz respeito”. Mas eu respondia: “Eu também vou&#8230; não tenho nada para fazer”. Ela respondia: “Por mim, pode vir, mas já vou avisando&#8230; você vai se aborrecer”. Ao contrário, não me aborrecia e depois lhe dizia: “Viu como não me aborreci?”. Enfim, éramos inseparáveis.</p>
	<p align="justify">Pensando nessas coisas e sempre me perguntando em vão porque Agnese me deixara, cheguei à loja de meu pai. É uma loja de objetos sacros, na região de da piazza della Minerva. Meu pai é um homem ainda jovem, cabelos pretos, enrolados, bigodes pretos e, debaixo dos bigodes, um sorriso que eu nunca entendi. Talvez pelo hábito de tratar com os padres e as pessoas devotas seja muito doce, calmo, sempre bem-educado. Mas a minha mãe que o conhece diz que ele, por dentro, é uma pilha de nervos. Passei por todas aquelas vitrines, cheias de casulas e de cibórios, e fui direto ao fundo da loja, onde fica a sua escrivaninha. Como de costume, estava fazendo contas, mordendo o bigode e pensando. Eu disse a ele, ofegante: “Pai, Agnese me abandonou”.</p>
	<p align="justify">Ele ergueu os olhos e me pareceu que, por debaixo dos bigodes, ele sorria, mas talvez tenha sido só impressão. Disse: “Sinto muito, sinto muito mesmo&#8230; como foi que aconteceu?”.</p>
	<p align="justify">Contei a ele o que tinha acontecido. E concluí: “É claro, eu sinto muito&#8230; mas gostaria de saber por que ela me deixou”.</p>
	<p align="justify">Ele perguntou perplexo: “Você não entendeu?”.</p>
	<p align="justify">“Não.”</p>
	<p align="justify">Ele ficou um momento calado e depois disse com um suspiro: “Alfredo, eu estou muito triste, mas não sei o que lhe dizer&#8230; você é meu filho, eu o sustento, gosto de você&#8230; mas na sua mulher quem tem que pensar é você”.</p>
	<p align="justify">“Sim, mas por que ela me deixou?”</p>
	<p align="justify">Ele balançou a cabeça: “Eu, no seu lugar, não entraria em detalhes&#8230; deixe pra lá&#8230; que te interessa saber os motivos?”.</p>
	<p align="justify">“Eu me interesso e muito&#8230; mais do que tudo.”</p>
	<p align="justify">Naquele momento entraram dois padres. Meu pai levantou-se e foi ao encontro deles, dizendo-me: “Volte mais tarde&#8230; nós conversamos&#8230; agora eu tenho o que fazer”. Entendi que com ele eu não podia contar e saí.</p>
	<p align="justify">A casa da mãe de Agnese não era distante, no corso Vittorio. Pensei que a única pessoa que poderia explicar-me o mistério de sua partida fosse a própria Agnese e fui até lá. Subi correndo as escadas, esperei na sala, Mas, em vez de Agnese, veio a mãe, com os cabelos pretos tingidos, as maçãs dos rosto pintadas, sorridente, dissimulada, falsa. Estava de robe, com uma rosa no peito. Ao me ver, disse, com cordialidade fingida: Oh, Alfredo, que surpresa, você por aqui?”.</p>
	<p align="justify">Respondi: “A senhora sabe o porquê, mamãe. Agnese me deixou”.</p>
	<p align="justify">Ela disse, calma: “Sim, ela está aqui&#8230; meu filho, o que você vai fazer? São coisas que acontecem”.</p>
	<p align="justify">“Como, a senhora vai me responder desta maneira?”</p>
	<p align="justify">Ela refletiu um momento e depois me perguntou: “Aos seus pais, você já contou?”.</p>
	<p align="justify">“Sim, eu contei para o meu pai.”</p>
	<p align="justify">“E o que foi que ele disse?”</p>
	<p align="justify">Mas o que podia interessar a ela saber o que o meu pai dissera? Respondi de má vontade: “A senhora como é meu pai&#8230; ele disse que eu não devo entrar em detalhes.”</p>
	<p align="justify">“Ele está certo meu filho&#8230; não entre em detalhes.”</p>
	<p align="justify">“Mas enfim”, disse inflamado, “por que ela me deixou? o que eu fiz para ela? por que vocês não me dizem?”</p>
	<p align="justify">Enquanto eu falava, completamente enfurecido, bati o olho em cima da mesa. Estava coberto com um feltro e sobre o feltro havia uma toalha de centro branca, bordada, e sobre ela um vaso cheio de cravos vermelhos. Mas a tolha do centro estava fora do lugar. Mecanicamente, sem nem mesmo perceber o que estava fazendo, enquanto ela me olhava sorrindo e não me respondia, levantei o vaso e coloquei a toalhinha de centro no lugar. Ela disse, então: “Muito bem&#8230; agora a toalhinha está exatamente no lugar&#8230; eu nunca tinha percebido, mas você viu logo de primeira&#8230; muito bem&#8230; e agora é melhor que você vá embora, meu filho”.</p>
	<p align="justify">Nesse meio tempo, tinha se levantado e eu também me levantei. Gostaria de ter perguntado se podia ver Agnese, mas entendi que era inútil; e depois temia, se a visse, perder a cabeça, fazer ou dizer alguma bobagem. Assim fui embora e desde aquele dia nunca mais revi minha mulher. Talvez um dia ela volte, considerando que maridos como eu não se encontram todos os dias. Mas, pela soleira da porta de minha casa, ela não passa sem antes explicar por que me abandonou.</p>
	<p align="justify"><a title="Baixe esse texto em pdf" href="http://www.silvio.correa.nom.br/download.php?arquivo=Nao_entre_em_detalhes.pdf" target="_blank"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="icone_pdf" border="0" alt="icone_pdf" src="http://silvio.correa.nom.br/home/wp-content/uploads/2011/11/icone_pdf1.png" width="20" height="19" /></a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/no-entre-em-detalhes/' addthis:title='N&atilde;o entre em detalhes ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Em Roma&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Encontro]]></category>
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		<description><![CDATA[por Silvio T Corrêa … faça como os romanos. É um dito recorrente nos meus textos e, até mesmo, em conversas formais e informais. O mesmo acontece com: “Não vista a camisa da empresa. Vista a sua camisa!”. Parecem paradoxais? Ao pé da letra são, mas se olharmos com cuidado… Leia mais »]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="right"><font size="2"><em>por Silvio T Corrêa</em></font></p>
	<p>… faça como os romanos.</p>
	<p>É um dito recorrente nos meus textos e, até mesmo, em conversas formais e informais. O mesmo acontece com: “Não vista a camisa da empresa. Vista a sua camisa!”. Parecem paradoxais? Ao pé da letra são, mas se olharmos com cuidado…</p>
	<p><a href="http://silvio.correa.nom.br/blog/?p=301#more-301">Leia mais »</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/em-roma/' addthis:title='Em Roma&hellip; ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Livro &#8220;Write your book now!&#8221;, de Gene Perret</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 18:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[OK! Não sou um humorista nato, mas o pouco de humor que tento imprimir nos meus textos foram aprendidos em “Comedy Writing Step by Step”, livro de Gene Perret. Agora, com seu livro “Write Your Book Now!”, em terceiro lugar na lista dos “10 of this year’s terrific writing books” da revista The Writer, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify"><a href="http://silvio.correa.nom.br/home/wp-content/uploads/2011/11/clip_image002.jpg" rel="lightbox[756]"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 4px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" align="left" src="http://silvio.correa.nom.br/home/wp-content/uploads/2011/11/clip_image002_thumb.jpg" width="101" height="134" /></a>OK! Não sou um humorista nato, mas o pouco de humor que tento imprimir nos meus textos foram aprendidos em “Comedy Writing Step by Step”, livro de Gene Perret. </p>
	<p align="justify">Agora, com seu livro “Write Your Book Now!”, em terceiro lugar na lista dos “10 of this year’s terrific writing books” da revista The Writer, ele ensina ainda mais, passando sua experiência.</p>
	<p align="justify">O “Comedy Writing Step by Step”, você encontra na Amazon, e para comprar “Write Your Book Now!”, visite <a href="http://www.comedywritersroom.com/store/">www.comedywritersroom.com/store/</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/livro-write-your-book-now-de-gene-perret/' addthis:title='Livro &ldquo;Write your book now!&rdquo;, de Gene Perret ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mais uma vez a Conta&#231;&#227;o de Hist&#243;rias se une &#224; Literatura. Parceria que veio pra vencer.</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 11:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Press]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro Encenado Novidade nesta edição, o Livro Encenado é o ponto de encontro entre o livro e o teatro dentro da Bienal do Livro da Bahia. Personagens como Gabriela, Pedro Achanjo, Martim, Brás Cubas e Dona Annita ganharão vida no palco da Bienal. Adelice Souza, dramaturga, diretora de teatro e contista, é a curadora dessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><font size="5"><a title="Livro Encenadoi" href="http://www.bienaldolivrodabahia.com.br/programacao/livro_encenado" target="_blank"><a title="Bienal do Livro - Bahia 2011" href="http://www.bienaldolivrodabahia.com.br/programacao/livro_encenado" target="_blank"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 7px 4px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="bienal_bahia_2011" border="0" alt="bienal_bahia_2011" align="left" src="http://silvio.correa.nom.br/home/wp-content/uploads/2011/11/bienal_bahia_2011.png" width="215" height="217" /></a>Livro Encenado</a></font></p>
	<p align="justify">Novidade nesta edição, o Livro Encenado é o ponto de encontro entre o livro e o teatro dentro da Bienal do Livro da Bahia. Personagens como Gabriela, Pedro Achanjo, Martim, Brás Cubas e Dona Annita ganharão vida no palco da Bienal.</p>
	<p align="justify">Adelice Souza, dramaturga, diretora de teatro e contista, é a curadora dessa atividade da Bienal.</p>
	<p align="justify">&quot;Serão cinco audiências, cinco leituras de autores brasileiros que formam o nosso cânone, que habitam o nosso imaginário literário. Por ser a primeira vez deste projeto na Bahia, a escolha dos atores e autores passaram por este crivo: todos os atores são baianos e, entre os escritores, os dois maiores representantes da Bahia na prosa e na poesia: Jorge Amado e Castro Alves.&quot;</p>
	<p align="justify">Venha para a Bienal do Livro da Bahia se encantar ainda mais com clássicos da literatura brasileira!</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/mais-uma-vez-a-contao-de-histrias-se-une-literatura-parceria-que-veio-pra-vencer/' addthis:title='Mais uma vez a Conta&ccedil;&atilde;o de Hist&oacute;rias se une &agrave; Literatura. Parceria que veio pra vencer. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Conta&#231;&#227;o de Hist&#243;rias &#8212; O Roubo do Vestido da Noiva</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 18:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contação]]></category>
		<category><![CDATA[O Casamento do Saci-Perere]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><iframe height="349" src="http://www.youtube.com/embed/dkeFXEes8Do?hl=pt&amp;fs=1" frameborder="0" width="425" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/contao-de-histrias-o-roubo-do-vestido-da-noiva/' addthis:title='Conta&ccedil;&atilde;o de Hist&oacute;rias &mdash; O Roubo do Vestido da Noiva ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lan&#231;amento &#8212; &#8220;OS NET-BOYS E O G&#202;NIO DO PORTAL W3&#8221; de Bebete Alvim</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 15:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bebete Alvim]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta história se passa no ano de 1998, na cidade de Nova Pátria (MG). Muitos brasileiros ainda não possuíam Internet, muito menos banda larga. Jovens internautas, descobrindo o fascínio da web, viviam ocupando as linhas de telefone de suas residências, para as pesquisas escolares e para os encontros nas salas de bate-papo. Raphael e seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify"><a title="Conheça." href="http://www.livrariabarauna.com.br/pre-vendas-os-net-boys-e-o-g-nio-do-portal-w3.html" target="_blank"><img style="margin: 3px 7px 0px 0px; display: inline; float: left" title="PRÉ-VENDA OS NET-BOYS E O GÊNIO DO PORTAL W3" alt="PRÉ-VENDA OS NET-BOYS E O GÊNIO DO PORTAL W3" align="left" src="http://www.livrariabarauna.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/c/a/capaosnetboys1.jpg" width="149" height="230" /></a>Esta história se passa no ano de 1998, na cidade de Nova Pátria (MG). Muitos brasileiros ainda não possuíam Internet, muito menos banda larga. Jovens internautas, descobrindo o fascínio da web, viviam ocupando as linhas de telefone de suas residências, para as pesquisas escolares e para os encontros nas salas de bate-papo. Raphael e seus quatro amigos – Gustavo, Tiago, Glauber e Otávio – são músicos e possuem uma banda, cujo nome é NET-BOYS. O sonho desses garotos? Sair da garagem, para alcançar fama e sucesso, rumo ao estrelato!&#8230; </p>
	<p align="justify">Acesse <a title="Os Netboys w o gênio do portal W3." href="http://www.livrariabarauna.com.br/pre-vendas-os-net-boys-e-o-g-nio-do-portal-w3.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/lanamento-os-net-boys-e-o-gnio-do-portal-w3-de-bebete-alvim/' addthis:title='Lan&ccedil;amento &mdash; &ldquo;OS NET-BOYS E O G&Ecirc;NIO DO PORTAL W3&rdquo; de Bebete Alvim ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O romance Amor das Minhas Vidas acaba de ser lan&#231;ado pelo Clube de Autores.</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 11:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[EAE]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Venha conhecer a história de Rosana e sua luta para compreender a grandeza do amor verdadeiro. Um romance comovente, intenso e baseado em fatos reais. Uma história que poderia ser de qualquer um de nós. Emocione-se e descubra a força que pode estar guardada em cada coração. http://www.clubedeautores.com.br/book/85812&#8211;Amor_das_Minhas_Vidas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify"><a href="https://s3.amazonaws.com/media.clubedeautores.com.br/downloads/books/85812/cover_front_big.jpg?AWSAccessKeyId=02VTT47Q18YKJ450E5R2&amp;Expires=1341142714&amp;Signature=UEvrUd9q%2FutYps47Ff5Z2AYiCL0%3D"><img style="margin: 0px 9px 4px 0px; display: inline; float: left" title="Pré-visualização da capa e de 9 páginas desse livro" alt="Cover_front_medium" align="left" src="https://s3.amazonaws.com/media.clubedeautores.com.br/downloads/books/85812/cover_front_medium.jpg?AWSAccessKeyId=02VTT47Q18YKJ450E5R2&amp;Expires=1341142714&amp;Signature=IbqkhnOsE40bunGxVos%2BMwqAe%2F4%3D" width="158" /></a></p>
	<p align="justify">Venha conhecer a história de Rosana e sua luta para compreender a grandeza do amor verdadeiro.</p>
	<p align="justify">Um romance comovente, intenso e baseado em fatos reais. </p>
	<p align="justify">Uma história que poderia ser de qualquer um de nós.</p>
	<p align="justify">Emocione-se e descubra a força que pode estar guardada em cada coração.</p>
	<p align="justify"><a href="http://www.clubedeautores.com.br/book/85812--Amor_das_Minhas_Vidas">http://www.clubedeautores.com.br/book/85812&#8211;Amor_das_Minhas_Vidas</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/o-romance-amor-das-minhas-vidas-acaba-de-ser-lanado-pelo-clube-de-autores/' addthis:title='O romance Amor das Minhas Vidas acaba de ser lan&ccedil;ado pelo Clube de Autores. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Conta&#231;&#227;o de Hist&#243;rias n&#227;o &#233; uma arte menor.</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 12:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>silviocorrea</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contação]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Visão Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Silvio T Corrêa Amigos, colegas, parentes, agregados e assemelhados, perguntam por que estou fazendo cursos de “contação de histórias” e que “raio” é isso. É interessante que ninguém pergunta o que é uma peça de teatro, o que é um filme, o que é um teatro de fantoches, o que é uma obra de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="right"><em>Por Silvio T Corrêa</em></p>
	<p align="justify">Amigos, colegas, parentes, agregados e assemelhados, perguntam por que estou fazendo cursos de “contação de histórias” e que “raio” é isso.</p>
	<p align="justify">É interessante que ninguém pergunta o que é uma peça de teatro, o que é um filme, o que é um teatro de fantoches, o que é uma obra de arte, um poema, uma música, mas franzem as sobrancelhas ao ouvirem o termo “contação de histórias” e arrematam: “Isso dá dinheiro?”</p>
	<div align="justify"><span id="more-745"></span></div>
	<p align="justify">
	<p align="justify">É bem verdade que não são muitos contadores profissionais de histórias, no Brasil, mas temos ótimos contadores “amadores” de histórias que ainda não se tornaram profissionais por simples falta de oportunidade.</p>
	<p align="justify">Mundialmente, entretanto, os contadores de histórias se multiplicam e percorrem o mundo como se fossem uma entidade de “Contadores sem Fronteiras”.</p>
	<p align="justify">Sou muito incipiente no ofício de contar histórias (estou fazendo o 3º curso), pois o meu ofício principal é escrever histórias — OK, é uma forma de contar histórias —, mas é claro, para mim, a potencialidade da contação para todos que, de alguma forma, encontram-se, mesmo que em algumas vezes, à frente de 50, 100, 200 ou 300 pessoas e precisam palestrar sobre algum assunto.</p>
	<p align="justify">Definitivamente a Contação de Histórias não é uma arte menor.</p>
	<p align="justify">Usa técnicas de respiração, de dramatização, de movimentos com o corpo, de voz, de improviso, de percepção. Contar histórias não é ler histórias. Contar histórias é dar vida às histórias contadas, muitas vezes, por séculos, onde cada contador imprime a sua marca. Contar histórias é mostrar que uma história é interessante, para que comprem o livro. Contar histórias é capaz de fazer com que um aluno se interesse pela difamada Matemática. Contar histórias é uma arte que, como poucas, se aplica em diversas profissões, mas também não é uma arte Maior. É uma arte, apenas.</p>
	<p align="justify">Contar histórias por aqui, pelo Brasil, ainda é uma arte das histórias de cordel, dos repentistas, do vovô sentado no banquinho, na calçada, com um monte de molequinhos sentados à volta com os olhos pregados na história contada. Contar histórias é uma arte milenar.</p>
	<p align="justify">Contar histórias independe de tecnologia, pois é a transmissão da história viva ou de dar vida a uma história morta, independente se ao vivo ou ao vídeo.</p>
	<p align="justify">Sou “pequeno” e conheço poucos contadores de histórias, mas faço meu pequeno tributo a alguns contadores que, sabendo ou não, me inspiraram nessa arte. Rose Faria, Miriam Dias, André Orbacam, Clarice Schcolnic, Clara Haddad e Bebete Alvim.</p>
	<p align="justify">Ah! Se alguém quer saber se dá para ganhar dinheiro? Como em qualquer outra profissão, tem que “ralar”.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://silvio.correa.nom.br/home/visao-geral/a-contao-de-histrias-no-uma-arte-menor/' addthis:title='A Conta&ccedil;&atilde;o de Hist&oacute;rias n&atilde;o &eacute; uma arte menor. ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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