Escritores, Autores & Editores

A Contação de Histórias não é uma arte menor.

Por Silvio T Corrêa

Amigos, colegas, parentes, agregados e assemelhados, perguntam por que estou fazendo cursos de “contação de histórias” e que “raio” é isso.

É interessante que ninguém pergunta o que é uma peça de teatro, o que é um filme, o que é um teatro de fantoches, o que é uma obra de arte, um poema, uma música, mas franzem as sobrancelhas ao ouvirem o termo “contação de histórias” e arrematam: “Isso dá dinheiro?”

O Dia

por Silvio T Corrêa

Muitos contemporâneos, e alguns extemporâneos, haverão de lembrar que o jornal “O Dia” teve a fama — durante um período —, pelo menos no Rio de Janeiro, de que “se torcer sai sangue”.

Hoje, ao ler uma revista semanal, minhas mãos ficam com um cheiro insuportável de merda e mijo. Diria que se torcermos essas revistas e, de certa forma, também os jornais, jorrará dinheiro sujo, dinheiro de esgoto, dinheiro da fossa onde as pessoas se esbaldam e se enchafurdam com merda até o pescoço. E eles sabem o que estão fazendo e ficam repetindo entre si: “não faz onda, não faz onda”

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Lançamento de Livro

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O novo lançamento de Mauricio Louzada, “Pra Valer”, é definido, assim, pelo próprio autor:

"Inspirado em fatos reais e baseado em uma das palestras motivacionais mais aplaudidas do Brasil, este livro conta a história de cinco exploradores que entram em uma caverna com o objetivo de conhecer uma das mais belas galerias de estalactites do mundo. Em pouco tempo percebem que estão perdidos. Sem que ninguém saiba que estão ali, com pouca iluminação e comida, a única alternativa é achar o caminho de volta. Em um thriller eletrizante e cheio de surpresas, os integrantes do grupo começam a perceber que aquela aventura os levará para muito além da saída da caverna, em uma viagem para dentro de si mesmos, a qual trará preciosos insights para nossa vida pessoal e profissional. Um livro diferente, emocionante e inspirador, que nos fará descobrir que cada um tem uma “caverna” dentro de si."

Não acredito que você vai perder uma história dessa.

Clique aqui e visite a página do autor.

Bienal do Livro: projeto do MinC prevê livros populares a R$ 10

fonte: http://www.mercadoeeventos.com.br/site/Noticias/view/75859

A Fundação Biblioteca Nacional vai anunciar, durante a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, um conjunto de medidas e editais para fomentar a produção e a comercialização de livros até R$ 10. O pacote de editais, projetos e programas integrará o Programa do Livro Popular (PLP), que foi solicitado pela presidente Dilma Rousseff à ministra da Cultura, Ana de Hollanda, para baratear e facilitar o acesso aos livros com o objetivo de ajudar a formar mais leitores no país.

As primeiras ações começam a ser implementadas pela Fundação Biblioteca Nacional, que vai gerir o programa, já na próxima semana, com investimentos de R$ 36 milhões do Fundo Nacional de Cultura para comprar livros para bibliotecas. O primeiro edital vai convocar editores e autores a inscrever seus títulos no Portal do Livro Popular. Um segundo edital vai cadastrar livrarias, bancas de jornal e revista e outros pontos de venda interessados em vender livros mais baratos aos consumidores em geral.

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Poxa! Eu queria me sentir o máximo.

por Silvio T Corrêa

Juro que eu gostaria de me sentir o máximo, mas acho que alguma coisa me impede.

Acho bacana ver as pessoas sentindo-se o máximo na sua profissão. Eu gostaria de ser assim.

Até tenho orgulho do que faço, do que crio, do que produzo; dos meus livros e textos, dos meus filhos. Tenho que ter, pois são frutos que produzo. Contudo, não consigo achar que meus filhos sejam seres humanos fabulosos e perfeitos, ainda que maravilhosos para mim.

Não acredito que meus livros sejam obras de arte, ainda que apesar das poucas vendas — também, como podem comprar se não os encontram expostos (que fosse na estante, ao menos) nas livrarias — e muita pirataria, os que compram e os que “não compram”, elogiam.

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Uma boa iniciativa.

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Já está no ar o chamado para a 1ª Feira do Escritor.

Calma, ainda há tempo para você participar, mas existem vantagens para quem fizer a inscrição o quanto antes. Segundo a organizadora do evento, cada stand poderá ser dividido por mais de um escritor, tornando o custo, para os escritores, menor

A Feira do Escritor pode ser uma solução para os diversos escritores que vem surgindo ao longo do tempo da internet e não encontram espaço nas editoras convencionais, partindo para edição por demanda ou bancando a edição em “papel e cola”, ficando com o grande problema de conseguir espaço para divulgação.

A previsão de público é de 10 mil pessoas/dia para visitação aos 500 stands de escritores.

O evento acontecerá em São Paulo, no Expo Center Norte.

Visite o site do evento em www.feiradoescritor.com, ou acesse o banner nessa página e veja a apresentação criada pela organizadora, que a EAE está disponibilizando.

Abraços.

Uma experiência com o teatro de sombras

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Acho que o contador de histórias que almeje o profissionalismo, não poderá deixar de conhecer alguma coisa das diversas vertentes dessa profissão tão gratificante. Uma delas é o teatro de sombras.

Acabei conhecendo melhor a atividade, no teatro de sombras, com a arte-educadora Analucia Daniel, em uma oficina de 4 meses, em Santo André.

Não existia uma história a ser contada, mas existia a vontade de fazê-lo. Elegemos, então, um tema atual: o bullying. Mas como contar essa história através do teatro de sombras, foi um belo desafio.

clip_image002Primeiro, precisávamos ter uma ideia real do que é um teatro de sombras, e criamos o nosso teatro.

Começamos, então, a escrever a história, que não poderia ser longa — para não cansar o público —, mas deveria ser impactante, pelo tema abordado.

Escolhemos personagens que, normalmente, fazem parte da “suavidade” no imaginário popular. A borboleta ou borboletas.

A história ficou, mais ou menos, assim:

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Lançamento de Livro

PRIMEIRO A HONRA
Sétimo Livro da Autora Mônica Cadorin
Páginas: 206
Formato: 140 x 210 mm
Preço: R$ 36,00
ISBN: 978-85-910911-0-2


Sobre o lançamento

A escritora Mônica Cadorin lança seu sétimo romance, "Primeiro a Honra", no dia 7 de julho, às 19 horas, no Centro Cultural M&C, à Rua Conde de Bonfim, 485, sala 301, na Tijuca.
O novo livro é um romance histórico ambientado na França do final do século V, narrando a trama de Rosala, prometida a Toulière, mas que ama Thierry. O que é mais forte: a promessa ou o amor? E onde fica a honra?
Mônica de Almeida Cadorin é escritora há 26 anos. Participou de algumas coletâneas e publicou seis romances. Pela primeira vez está produzindo seu livro de forma independente. Há dois anos escreve um blog em que fala de seu processo criativo e curiosidades sobre seus livros.

Sobre o livro

Local: Orléans, Paris, Soissons / França

Época: 497 a 498

Personagens: Rosala / Ailan, Thierry, Lanrose, Constance, Sigemond Toulière, Archibald, Berta, Rudbert, Adèle, Atilde, Gregor

Sinopse: Rosala é prometida em casamento a Toulière, mas ela ama Thierry. Os dois fogem mas Toulière os alcança. Após essa tragédia pessoal, Rosala acha mais seguro fazer-se passar por homem: assim surge Ailan. Enfraquecida e faminta, ela vaga alguns dias, até encontrar Berta, que a acolhe e lhe dá chance de se recuperar e planejar sua vingança, objetivo de uma vida esvaziada pelo sofrimento. Rosala tem também a ajuda de Rudbert, filho de Berta, que, com o objetivo de fazer de Ailan um homem forte, pode também conseguir que Rosala volte a amar.

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O Contador de Histórias que queria contar histórias

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por Silvio T Corrêa

“Três tigres tristes pra três pratos de trigo. Três pratos de trigo pra três tristes tigres.”; “O rato roeu a roupa do Rei de Roma”.

“SI – FU – XI – PA”; “SI – FU – XI – PA”; “SI – FU – XI – PA”; “SI – FU – XI – PA”; “BRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR”

E Miguel Aurélio seguia com seu treinamento da voz e relaxamentos necessários, ainda que faltasse um pouco mais de 30 minutos para começar a sua sessão de contar histórias.

Pera aí! Estou contando o depois. Parece aqueles filmes que dizem: “Três anos atrás…”, após ter contado a parte principal.

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Instrução para produção de Livros.

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Escrever um livro vai muito além de procurar uma gráfica para imprimir ou apresentá-lo digitalmente, ou ainda enviá-lo para uma editora. Produzir um livro é dialogar com a memória e o conhecimento da humanidade. Exige instrução e conhecimentos que proporcionem um patamar mínimo e merecedor de significado. No curso de Instrução para a Produção de Livros, através de casos práticos e objetivos do mundo gráfico, editorial e digital, serão apresentadas as mais modernas ferramentas para que todo autor e obra possam conquistar seu merecido espaço.Tudo é feito à distância e online.

Conheça mais sobre esse curso aqui.

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