Há muito, em uma missa, alguém, com as unhas, rabiscou um nome no banco. João! Ah! Me vinguei! Ele era gay. #brevescontos
A Kyanja, uma colega do EA&E — canal LinkedIn —, brincou, perguntando se eu era mineiro, por causa do empreendimento com queijo e do livro da goiabada.
Foi, então, que eu me dei conta da História do Queijo do Barão.
Essa história era inserida em capítulos nos potes de Pérolas do Barão, e por ter interrompido a produção, não divulguei mais.
Por ser uma história deliciosa e que demandou uma razoável pesquisa para que tivesse “alguma” veracidade, resolvi publicá-la. A ideia é retomar o texto e continuar a escrevê-lo, mas não será agora pois estou envolvido com outro projeto.
Leiam a história aqui.
Ola.
Me chamo Jaqueline e acabei de ler o seu livro.
Gostaria de parabeniza-lo. Uma das frases me impressionou, pois me atingiu como uma marreta com toda a sua força.
Creio que as coisas infelizmente não se resolvem sozinhas, mas talvez esta seja a grande beleza da vida.
De toda sorte, gostaria de dizer que adorei o seu livro.
Irei recomenda-lo a todos os meus amigos.
Prabéns.
Um Feliz Natal e um prospero Ano novo para o sr. e sua família
Jaqueline Ribeiro
São Paulo-SP.
dez/2007
Olá Silvio
Acabo de ler seu livro – Quem comeu minha goiabada – e o apreciei bastante. No início achei um pouco nojento pelos personagens e pelos nomes principalmente da Var e a Jeira; mas gosto muito de parábolas e os "pense nisso" nas fatias de goiabada foram despertando em mim satisfação com a leitura.
Sou Psicóloga e Consultora em Gestão de Pessoas há 8 anos, já atuei em grupos de médio e grande porte do RS… Agora resolvi estudar para alguns concursos e buscar novas leituras, novos ânimos, foi assim que encontrei seu livro e, assim como outros, irá me ajudar a me inspirar.
Grandes inspirações para você no seu dia a dia e, nesse ano mais 2000Inove.
Andrea Rosa
jan/2009
