A Kyanja, uma colega do EA&E — canal LinkedIn —, brincou, perguntando se eu era mineiro, por causa do empreendimento com queijo e do livro da goiabada.
Foi, então, que eu me dei conta da História do Queijo do Barão.
Essa história era inserida em capítulos nos potes de Pérolas do Barão, e por ter interrompido a produção, não divulguei mais.
Por ser uma história deliciosa e que demandou uma razoável pesquisa para que tivesse “alguma” veracidade, resolvi publicá-la. A ideia é retomar o texto e continuar a escrevê-lo, mas não será agora pois estou envolvido com outro projeto.
Leiam a história aqui.
Oi Sílvio,
Desculpe a ousadia em te escrever este e-mail, mas fiquei encantada ao terminar de ler seu livro "Quem comeu minha goiabada", que vale salientar, lí apenas em 1 hora, rsrsrrsrs.
Simplesmente devorei o livro.
Ao ler "Quem mexeu no meu queijo" fiquei surpresa com a mensagem que ele passa. E estou em busca do vídeo mostrando sua história.
A agora ao emendar com seu livro, foi maravilhoso, pois ele é muito gostoso de ler, cheguei até a dar algumas risadas. Muito bom!
Moro em Recife e sou técnica em segurança do trabalho e atuo em indústria, já estou tentando montar um material de treinamento para meus trabalhadores a respeito dessa resistência à mudança, afinal de contas, Segurança no Trabalho veio melhorar a apenas uns 10 a 15 anos, e temos trabalhadores que tem 20 – 25 anos apenas aqui.
Trabalhadores que produziam sem EPI nenhum, e agora precisam usar. Alguns ainda possuem dificuldades para se conscientizar.
Quero te agradecer do fundo do coração os ensinamentos que você me proporciou com teu livro. Com certeza são informações que levarei para o resto da minha vida e que vou procurar usar diariamente.
Parabéns!
Um abraço,
Priscianne Salgado
Silvio
Adorei ler o texto, muito obrigada.
Abraços
Myrian
jan/2008

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